top of page

Conheça projetos fomentados pela Lei Paulo Gustavo comandados por mulheres negras do DF

A Lei Paulo Gustavo é um importante instrumento de democratização da cultura no DF, que tem nas mulheres negras suas principais protagonistas 


No mês em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, a Lei Paulo Gustavo (LPG) no Distrito Federal mais uma vez se revela um instrumento de democratização da cultura. São mais de R$ 10,6 milhões investidos em 44 projetos contemplados pelas cotas para pessoas negras. 


Muitas dessas iniciativas não capitaneadas por mulheres, como o Tranças no Mapa: Modos de Saber e Fazer de Trancistas Negras do DF e Entorno. A segunda edição do projeto consiste na elaboração de uma Cartografia Sociocultural Iconográfica-Afetiva das trancistas negras da região, por meio de ações de educação patrimonial. O projeto visa inventariar, de forma participativa, o ofício da prática de trançar, valorizando as memórias e histórias de vida a partir dos modos de saber/fazer dos penteados afros.


A proponente Layla Maryzandra ressalta que a LPG foi essencial para a continuidade do projeto. "Essa nova fase, viabilizada pela LPG, representa a possibilidade de expandirmos nosso alcance, fortalecermos a valorização das mulheres negras e aprofundarmos as reflexões sobre patrimônio cultural, saberes tradicionais e territórios por meio do ofício de trançar. A expectativa é grande, e estamos muito felizes por contar com uma política pública que reconhece e apoia iniciativas culturais com esse impacto social e simbólico", destaca. 


Teatro Negro do DF 


Em comemoração aos 10 anos de existência, o Grupo Embaraça está construindo um espetáculo inédito, com diversas apresentações pelo DF, além de realizar o seminário "Dramaturgia e Teatro Negro". 


A proponente Tuanny Pereira de Araújo classifica o financiamento da legislação como fundamental para o projeto, que consiste no trabalho de formação, difusão e pesquisa sobre teatro negro. "Fomentar projetos com mulheres negras que lideram seus próprios grupos proporciona que a pluralidade do teatro seja uma realidade e os recursos sejam distribuídos de forma equânime, fazendo com que excelentes profissionais tenham oportunidade de serem reconhecidos, expandindo sua pesquisa, atuação e prática artística realizada", complementa. 


Capoeira 


Já o Vivências Multiculturais de Capoeira – Mulheres Fortes reforça o protagonismo delas em um dos símbolos máximos da cultura afro-brasileira. O projeto promoveu oficinas formativas em capoeira com foco no protagonismo feminino, promovidas na Associação Cultural Arena Lutas (Riacho Fundo I), entre agosto e novembro de 2024.


ree

"Pela primeira vez, o governo coloca seu olhar neste espaço cultural com incentivo que transforma e dá luz. Novos figurinos, lanches, aulas, sonhos  surgem no Arena Lutas Capoeira. A LPG revela uma Brasília generosa e bela, cultural e comunitária que poucos conhecem", enfatiza Elisete Maria Pereira da Silva, proponente do Mulheres Fortes. 


Serviço - LPG/DF


Instagram: @leipaulogustavodf

Tel: (62) 99612-6143


 
 
 

Comentários


    LEI PAULO GUSTAVO NO DISTRITO FEDERAL

bottom of page